sábado, 12 de julho de 2008

Ecoproduções

O link a seguir mostra as atividades realizadas com alunos pelo grupo de Angicos. É bem interessante. Os alunos descreveram, reproduzindo os sons arquivado no Power Point que ouviram em forma desenho no papel. A atividade foi scaneada e inserida nos slides com seus respectivos sons. Não foi possível inserir o som no blog.



ativ3b-reinaldo - Google Docs

Ecologia Sonora

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EcoSon 1– Mundo da Imaginação
Cursista:Regina Barreto
E M Tóquio - RJ
EcoSon - I
Na escola em que trabalho, pelo menos uma vez por mês são realizadas diversas oficinas, onde além de integrar os alunos das diversas séries, oportuniza a realização de um dia de atividades diferentes. A minha oficina foi o “Mundo da imaginação”. As turmas foram divididas em grupos e cada grupo ia para uma sala diferente. Eu recebi alunos de diversas séries. Isso aconteceu num dia desses de março bem quente.
EcoSon - II
Pedi para a turma fechar os olhos e liguei o ventilador ( ele é desses barulhentos) e pedi para imaginarem que estavam em algum lugar q estava fazendo aquele som. Para eles se transportarem para este lugar. Para observarem o som predominante e o q produzia esse som. Apareceram produções com crianças na praia, em aeroportos, morros, vôos em aviões, passeando de barco, tudo o que o som do ventilador poderia proporcionar. Depois solicitei q transferissem tudo isso que imaginaram para o papel utilizando jornais , lápis de cor, giz de cera. Foi tudo fotografado e os trabalhos dos alunos foram expostos na escola.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Mídias Integradas

O vídeo Mídia, ajudará na discussão e reflexão da elaboração do projeto final: Mídias Integradas. Observem as orientações da Profª Beth Almeida sobre a questão pedagógica do uso das mídias.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Atividades Pedagógicas envolvendo as Mídias








CORDEL




por Gorete Nunes





A experiência que vou relatar aconteceu no 1º bimestre de 2008 na Escola Municipal Professora Nazaré Duarte, em Goianinha/RN, numa turma de 5º ano do Ensino Fundamental, sob a responsabilidade da professora Sônia que leciona a disciplina de Língua Portuguesa.
Visando estimular a leitura, a professora trouxe para a sala de aula um texto que despertou no aluno o gosto pela leitura, o tema Cordel adolescente, ó xente! Chamou tanto a atenção da turma que a professora viu-se na obrigação de elaborar um projeto que contemplasse as expectativas dos alunos.
O projeto destacou atividades teóricas e práticas. A professora falou sobre a origem e os aspectos históricos da literatura de cordel, buscou o conhecimento prévio dos alunos e instigou-os à pesquisa, a visitar a feira livre e procurar entre os conhecidos esse tipo de literatura.
Apareceram vários cordéis de temas diversos e o objetivo da professora foi atingido: todos queriam ler e ela proporcionou oportunidades para todos lerem. O passo seguinte foi que eles produzissem seus próprios textos.
O resultado foi surpreendente, os alunos produziram vários cordéis, como o tema foi livre, eles usaram a imaginação e entre os temas destacaram-se: A professora de Português; O Prefeito de Goianinha, entre outros.
A culminância do trabalho foi gratificante, os alunos expuseram seus cordéis, os que eles compraram na feira e os que conseguiram com pessoas conhecidas, não só os alunos liam, mas toda a comunidade que prestigiou o evento.
Houve dramatização, recitação, comidas típicas... e objetivo da professora foi extrapolado. Comprovando assim, que quando utilizamos de maneira planejada, o material impresso, os resultados são edificantes.







Cordel adolescente, ó xente!
Sou mocinha nordestina,
Meu nome é Doralice,
Tenho treze anos de idade,
Conto e reconto o que disse,
Pois me chamo Doralice,
Sou quem vende meu cordel
Nas feiras lindas do longe
Onde a poesia se esconde
Nas sombras do meu chapéu!
Eu falo tudo rimado
No adoçado da palavra
Do Nordeste feiticeiro;
No meu jeito brasileiro,
Aqui vim dizer e digo
Que escrevo muito livro
Que penduro num cordel,
Todo fato acontecido
Eu coloco no papel!
Vim pra feira, noutro dia,
Armei a minha poesia
Num cordel de horizonte,
Quem passasse no defronte
Daquilo que eu vendia,
Parava e me escutava,
Pois sou mocinha falante,
Declamava o que escrevia!
Contei de uma garota
Que amava um cangaceiro,
Era um tal cabra da peste,
Um valentão do Nordeste
Que montava a ventania,
Trazia susto e coragem
Por cada canto que ia!
Virge Maria!
O nome da tal mocinha?
Não digo... é um segredo,
Escrevo o que não devo,
Invento, pois tenho medo
De contar que a tal menina
Era... toda fantasia!
(...)
Sylvia Orthof. Cordel adolescente, ó xednte!. São Paulo, Quinteto, 1996.


















Projeto: O Auto da Compadecida: um trabalho didático a partir da obra de Ariano Suassuna




por Luzinete Dantas








Público alvo: alunos do 9º ano A do Centro educacional Rural Alfredo Mesquita Filho

Duração do Projeto: um mês

Disciplinas envolvidas: História, Geografia, Artes e Língua portuguesa

Objetivos: possibilitar aos alunos conhecimentos sobre a obra de Ariano Suassuna, através de pesquisas na internet e da obra adaptada para o cinema e televisão, o auto da compadecida





Organização:





1ª semana: dividir a turma em quatro grupos e sugerir que cada grupo pesquise na internet os seguintes temas: biografia de Ariano Suassuna, obras de Ariano suassuna, texto da peça teatral o auto da compadecida, texto sobre a obra cinematográfica o auto da compadecida

2ª e 3ª semanas: organização e apresentação pelos alunos dos temas pesquisados. O que conseguiram pesquisar sobre a vida do autor; o que descobriram sobre suas produções; apresentarem o texto em linguagem teatral do auto da compadecida através de leitura dramática e finalmente, mostrarem o que pesquisaram sobre o filme auto da compadecida. As apresentações aconteceram em seminários, provocando debates e trazendo novos conhecimentos.

4ª semana: trabalhando com o filme: na seqüência, os alunos assistiram ao filme o auto da compadecida, dirigido por Guel Arraes. Na aula seguinte foi organizado um debate onde foi feita uma análise comparativa discutindo: quais as diferenças entre o filme e a peça? Por que na peça existem situações e personagens que não estão no filme e no filme existem situações e personagens que não estão na peça, quais as diferenças entre os recursos disponíveis em cada uma das linguagens, teatro escrito, teatro encenado e cinema.

Avaliação:
a avaliação foi considerada satisfatória porque houve envolvimento e interesse da turma, assim como aquisição de novos conceitos, vocabulários e possibilidades de pesquisas através da internet.












Histórias em Quadrinhos




por Zelda Simplício



A história de quadrinhos (HQ) tem suas origens na pré-história, desde que os homens primitivos faziam suas inscrições nas pedras, para representar acontecimentos por meio das imagens. Nasceu no século XIX nos Estados Unidos, nas empresas jornalísticas como meio de comunicação de massa e é chamada de gibi, porque na década de 30 e 40, havia uma revista com esse nome, que acabou emprestando o seu nome até os dias atuais.
A HQ é um gênero literário que contém arte narrativa em imagem, ao mesmo tempo em que é icônica e verbal é acessível a crianças e adolescentes e também a pessoas que não sabem ler. Permite a utilização de diversos recursos, como textos, figuras, onomatopéias, sons e imagens que permitem ao autor e ao leitor usufruírem desse recurso.





Objetivos :




  • Identificar os elementos constitutivos da história em quadrinhos;



  • Incentivar os estudantes a pesquisarem e desenvolverem HQ;



  • Utilizar a HQ como instrumento de estudo e de trabalho.



    Público a ser atingido:

    Alunos do 7° ano do ensino fundamental.

    Mídias a serem utilizadas (detalhar o uso):



  • Material impresso de assuntos referentes às HQ e através da confecção de gibis, a partir da elaboração das histórias;






  • Computador ligado a internet para pesquisa.

    Atores e papéis que deverão desempenhar:

    O professor fará o papel de chefe da redação e os alunos serão estagiários que desenvolverão uma idéia inédita sobre as HQ.

    Dinâmica da atividade:

    Será feita uma pesquisa em grupo, sobre o surgimento da HQ, seus idealizadores, público-alvo, tiragem mensal, preço final, para a partir daí ser planejado, elaborado e apresentado o trabalho em um seminário, através de exposição dialogada e áudio-visual, na feira de cultura do colégio.

    Período de Realização:

    Em um bimestre do ano letivo.

    Critérios de Avaliação:

    A avaliação será processual e somativa. O professor utilizará os critérios:
    1. assiduidade;
    2. comprometimento;
    3. iniciativa;
    4. criatividade

    Referências :

    Gestar I – Língua Portuguesa.
    Material do módulo de mídia impressa.






domingo, 6 de julho de 2008

Reflexões teóricas sobre as tecnologias


ProduçõEs

From: Karensantos, 1 hour ago








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Reflexões teóricas sobre as tecnologias

O uso integrado das mídias na educação com sua devida fundamentação teórica a partir da experiência pedagógica, está transformando a concepção docente de que o conhecimento não é mais algo que se repasse sem implicar-se nele como sujeito criador de novas formas de pensar.
Nas reflexões do slide acima podemos observar a compreensão desses cursistas que também são professores, de que a docência é responsável pela condução cognitiva dos recursos tecnológicos para que o conhecimento seja a manifestação criadora de cada sujeito (professor-aluno).
O que é hipertexto? Se olharmos bem de perto esse conceito, vamos descobrir que o hipertexto caracteriza a forma como aprendemos. Nossa mente versatiliza nossas ações, nossos pensamentos. Procuramos sempre atalhos para criar novos outros que favoreçam nossas experiências.
O que o professor terá que fazer – nesse midiático processo de aprendizagem – é fazer de seus alunos leitores críticos das experiências que realizam.
O livro ajuda no desenvolvimento da escrita e leitura, o rádio na oralidade, a televisão foi capaz de produzir a imagem a partir da oralidade radiofônica e a internet contempla, agrega todos esses recursos em ambiente multimídia.
De fato os recursos tecnológicos tendem a se aprimorar cada vez mais; cabe a escola, enquanto gestora do conhecimento, também, aprimorar cada vez mais nossa experiência com a vida e os objetos.









quarta-feira, 2 de julho de 2008

Relatos importantes sobre novas formas de leituras

Para quem imaginava que com a chegada das novas tecnologias o livro iria deixar de existir, não poderia prever que o livro e a leitura estariam tão vivos em pleno século XXI. En­tretanto o livro eletrônico, hipertextual, introduz três vetores totalmente novos que devem ser levados em conta: 1) a velocida­de da transmissão e recuperação dos textos aumenta enormemente; 2) o leitor pode se inserir na escritura, interagir, transformar, traduzir, imprimir, enfim, ele pode mapear o texto utilizando cartas dinâmicas que lhe permitam interrogá-lo de forma jamais vis­ta; 3) ele pode ainda criar textos em grupo utilizando os sistemas de groupware. Para resumir, ele tem muito mais controle sobre o texto, e este controle é feito com precisão e velocidade. Portanto é necessário que a escola atual leve em consideração todo esse avanço tecnológico e associe ao seu planejamento pedagógico uma nova forma de alfabetização e letramento. Deve permitir, como direito inalienável do cidadão, o acesso ao conhecimento através das novas tecnologias.







Nerione: A escola deve buscar alternativas pedagógicas para lidar com o hipertexto, reconhecendo nele uma poderosa ferramenta de aprendizagem através da pesquisa, da construção cooperativa e interativa, através das bibliotecas e cursos virtuais, onde professores e alunos aprendem juntos. E toda essa troca de saberes, de cultura, implica em uma nova forma de ler e de escrever. A construção do hipertexto, num espaço virtual.
Vejo o hipertexto eletrônico como uma remediação dos hipertextos tradicionais, já que, diante da tecnologia eletrônica que possibilita a sua realização, me refiro a ele como a virtualização do texto e da leitura, que apresenta características particulares, como a possibilidade de interferências on-line, a velocidade e a facilidade pela busca de informações e o acesso a recursos verbais e visuais.
Vale ressaltar que o hipertexto não está apenas vinculado ao suporte digital. A sua realização não depende do espaço eletrônico. A bíblia, por exemplo, foi um dos primeiros registros de hipertexto; a enciclopédia apresenta uma construção hipertextual, tanto em termos de sua organização escrita quanto de leitura.